Tiróide ou tireóide?

Tiróide ou tireóide?
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Os dois estão corretos! E agora com a nova ortografia, a tireóide perdeu o acento (mas o computador continua acentuando…)

Por Dra. Ana Paula Rodrigues Pirró – endocrinologista.

Logo abaixo da cartilagem cricoide (o gogó, que também perdeu o acento) fica a glândula tireóide. Medindo apenas até 15 cm³, ela tem um grande papel no equilíbrio do organismo.

Os hormônios produzidos por ela controlam a velocidade do funcionamento dos órgãos e a harmonia entre eles. Por isso comparamos seu trabalho ao de um maestro. E se o maestro vai bem, ótimo, se não, atrapalha a orquestra toda.

As alterações que podem ocorrer com a tireóide são trabalhar menos que o normal (isto é chamado de hipotireoidismo) ou mais que o normal (é o hipertireoidismo). Em ambos os casos é necessário tratamento, na maioria das vezes medicamentoso.

O hipotireoismo tem como principais sintomas cansaço, sonolência, inchaço, aumento de peso e dores nas pernas. Costuma causar também irritação e variação do humor.

O hipertireoidismo causa tremores, suor exagerado, perda de peso e nervosismo.

Além destas alterações de funcionamento a tireóide pode apresentar alterações anatômicas, que podem ser vistas pelo exame de ultra-som, ou ficam visíveis no pescoço se crescerem muito. São os chamados nódulos e cistos.

A diferença entre eles está no conteúdo: os que são compostos por líquidos são chamados de cistos, os sólidos são os nódulos.

Os cistos na maioria das vezes são acompanhados por ultra-som, podem sumir ou permanecer do mesmo tamanho por muito tempo. Raramente crescem a ponto de necessitarem ser retirados.

Os nódulos podem precisar de punção e algumas vezes de cirurgia.

Todas estas avaliações da tireóide devem ser feitas por um endocrinologista.

Dra. Ana Paula Rodrigues Pirró – endocrinologista

Rua Cayowaá, 1071 – Fone: 3801 2197

E-mail: endocrinologista@hotmail.com